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Fratura do Rádio Distal: Precisa Mesmo Ficar Imobilizado Após a Cirurgia?


O artigo “Tratamento Cirúrgico de Fratura de Rádio Distal: Imobilizar ou Não no Pós-Operatório”, publicado na Revista Foco (2025), aborda uma das principais controvérsias na ortopedia e reabilitação: a real necessidade da imobilização após a osteossíntese da fratura distal do rádio.


A fratura do rádio distal, aquela que acontece perto do punho , é uma das fraturas mais comuns do braço. Ela pode ocorrer em quedas, acidentes esportivos, colisões ou até em quedas simples da própria altura, principalmente em pessoas acima dos 50 anos.


Quando essa fratura precisa de cirurgia, surge uma dúvida muito frequente entre pacientes:

👉 Depois da cirurgia, é obrigatório ficar com o braço imobilizado?


A ciência tem investigado exatamente isso e os resultados são animadores para quem busca uma recuperação mais rápida e funcional.


O que diz a ciência sobre imobilizar ou não após a cirurgia?


Um estudo recente publicado em revista científica avaliou pacientes que passaram por cirurgia para fratura do rádio distal e dividiu em dois grupos:

  • Um grupo ficou com tala/gesso por 4 semanas após a cirurgia

  • Outro grupo não foi imobilizado e iniciou movimentos precoces do punho


Os pesquisadores acompanharam esses pacientes por três meses, avaliando:

✔ Dor

✔ Função do braço e da mão

✔ Mobilidade do punho

✔ Força da mão

✔ Consolidação do osso nas radiografias


Quais foram os resultados?

O estudo mostrou que:

Não houve diferença significativa na dor ou na cicatrização do osso entre quem imobilizou e quem não imobilizou

✅ Quem não ficou imobilizado recuperou a força e o movimento do punho mais rápido

✅ Não houve aumento de complicações no grupo sem imobilização

Ou seja: em muitos casos, quando a fratura é bem fixada na cirurgia, movimentar mais cedo pode acelerar a recuperação funcional, sem comprometer a segurança.


Então, todo mundo pode tirar o gesso logo?

Não. Cada fratura é diferente.

A decisão depende de:

  • Tipo da fratura

  • Estabilidade da fixação cirúrgica

  • Idade do paciente

  • Condições clínicas associadas

Por isso, a liberação para mobilizar ou retirar a imobilização deve ser sempre feita pelo médico, com acompanhamento da fisioterapia.


Qual é o papel da fisioterapia após fratura do rádio distal?

Independentemente de usar ou não imobilização, a fisioterapia é essencial para:

✔ Reduzir dor e inchaço

✔ Recuperar o movimento do punho e dos dedos

✔ Restaurar força e coordenação

✔ Acelerar o retorno ao trabalho e às atividades do dia a dia


Na Fisio Runner Brasil, o tratamento é individualizado, baseado em evidência científica e focado em devolver função real ao paciente, não apenas tirar a dor.


Conclusão

A ciência mostra que, em muitos casos, não imobilizar após a cirurgia da fratura do rádio distal pode trazer uma recuperação mais rápida, sem aumentar riscos. Porém, cada caso deve ser avaliado de forma individual.


Se você fraturou o punho ou passou por cirurgia recente, a fisioterapia é decisiva para garantir uma recuperação segura, funcional e duradoura.


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